Umoja participa do encerramento do seminário história e memória da educação, no capão redondo, dia 28/06
Apartir de terça feira dia 1 de julho nossos ensaios estarão sendo realizados no Sacolão das artes, novo espaço cultural da zona sul de SP.
Ensaiaremos lá todas as terças das 19 as 22hs.
Que o senhor de tudo que movimenta, o senhor da comunicação, Exú(laroyé) possa nós trazer bons frutos. e o senhor dos caminhos,Ogum(Ogunhê) possa abrir nossos caminhos.
imagens e reportagens do sacolão veja na página dos videos.
Após 120 anos de Abolição, existe ou não racismo em nosso país? A pergunta é para você. Queremos ouvir você. Registre a sua opinião ou experiência sobre esse assunto. Serão escolhidas as 120 melhores cartas para uma publicação da Secretaria de Estado da Cultura.
Maneiras de enviar sua carta:
1- Escreva no formulário abaixo a sua carta, ou 2- Escreva a sua carta para o e-mail centoevinte@ig.com.br, ou 3- Envie um texto com no máximo 30 linhas para a CAIXA POSTAL 13888 – CEP 01216-970 – São Paulo – SP, ou 4- Procure uma das urnas da campanha, preencha o papel-carta disponibilizado, e deposite-a na mesma
Regras:
1- A carta, devidamente identificada, é de responsabilidade do seu autor 2- Se preferir, a carta pode ser identificada por pseudônimo, mas deve conter os dados pessoais do autor 3- Ao enviá-la, o autor concede o direito de publicação à Secretaria de Estado da Cultura
Noite chuvosa de sabado, chegamos ao parque as 17hs, aciosos pelo apressar das horas, chegamos cedo para a concentração, é o nosso primeiro show no escuro, público de ouvidos abertos e pés inquietos sob a cadeira, iniciamos o show ao som de Afoxés, saudamos primeiro a Exú, Oxum fazia chover lá fora, nosso público de amigos seletissimos saboreava os mitos e estórias astronômicas, depois veio as poesias, as cirandas, os cocos, e nosso samba de roda…
Sentimos pelos que não foram.
Inventário para salvar a cultura popular Estado de São Paulo – Lilia Moritz Schwarcz
“Não temos pesquisadores do negro. Não nos aproximamos, sequer, das margens do grande rio de alegria e beleza que o escravo, com suor e sangue, fez surgir no cenário de seus sofrimentos. Mas o rio corre – e um dia se misturará definitivamente a todas as águas que formam a nacionalidade brasileira. Se não o explorarmos, se não utilizarmos a sua energia, se não navegarmos em todo o seu curso, tanto pior para nós.” É dessa maneira que, em 1957, no livro A Sabedoria Popular (Martins Fontes, 180 págs., R$ 39,80) – agora reeditado -, o historiador, etnólogo e folclorista Edison Carneiro (1912-1972) definia a situação da “cultura negra no Brasil”. Autor de obras conhecidas como Candomblés da Bahia, O Quilombo de Palmares e Dinâmica do Folclore, Carneiro, baiano de nascimento e alma, foi membro da “Academia dos Rebeldes”, que congregou nomes como Jorge Amado e Aydano Couto Ferraz, os quais defendiam a cultura local e em particular os cultos de candomblé, que eram considerados práticas criminosas. Carneiro era também comunista de carteirinha e advogou a introdução de práticas socialistas num Brasil dado a paternalismos.
Talvez por conta disso o folclore de Carneiro seja fórmula dura de desvendar. Diferente do modelo europeu, que surge na era moderna e se dedica a conservar expressões culturais antigas e partilhadas por gente comum, nosso estudioso procurou combinar manifestações culturais com práticas socialistas. Mutirões seriam exemplos de folclore, uma vez que congregavam a população pobre, agora “operária”, e o mesmo pode ser dito dos sambas e capoeiras, entendidos como manifestações da classe trabalhadora.
Aí estava uma plástica cirúrgica de difícil realização, não fosse o uso de conceitos comuns ao movimento folclórico internacional. Coerente com as versões européias, Edison Carneiro também procurava nessas atividades “resquícios” do passado, superstições vulgares ou mesmo antiguidades populares. Se o debate era antigo, tomara forma mais definida em 22 de agosto de 1846, com a publicação de uma carta no The Atheneum de Londres, que trazia o artigo de um assinante que usava o pseudônimo William John Thoms. Foi ele quem propôs o termo que se revelaria definitivo: resultado da união de duas palavras saxônicas – folk (gente, pessoas comuns) e lore (saber) -, o nome entrava no lugar de expressões como “costumes populares” ou então “literatura popular”. O conceito pressupunha, ainda, a existência de um saber popular, revelado nas maneiras, baladas ou provérbios do povo e consagrado pelo uso na história.
O termo folclore se converteria, assim, em prática social, e guardaria um certo saudosismo, por servir principalmente àqueles que julgam que é preciso coletar antes que tudo desapareça. O suposto era que o saber “popular” estaria em vias de desaparecer diante do progresso acelerado e era melhor compilar, classificar e “resgatar” esse tipo de cultura antes que ela deixasse, definitivamente, de existir. O movimento ganharia força com o tempo, e já em 1878 era fundada na Inglaterra a Folklore Society, que fazia do estudo das tradições populares uma área de pesquisa. Esses novos intelectuais se dedicavam agora ao estudo da música, da poesia, da literatura, da religião e das festas populares. A novidade implicava atentar para as potencialidades do pensamento do povo. Interessante é que o camponês é que surgia como representante dessa “cultura autêntica”, enquanto “a civilização”, representada pela corte francesa, passava a significar tudo o que havia de mais elitista e frívolo. De um lado a cultura folk, que sofria com a ameaça de desaparecimento; de outro a industrialização e a sociedade moderna e superficial, que se espalhava e disseminava a mesmice. O folclore carregava, pois, já em sua versão original, uma determinada urgência: classificar, recuperar e exaltar.
A discussão aporta no Brasil já em finais da década de 1870, surgindo atrelada aos discursos de nacionalidade. Cada país inventa a própria originalidade, e esse tipo de produção levou logo o nome de “estudos do folclore”. Pioneiro foi Silvio Romero, jurista da Escola de Recife, que passou a coletar lendas, músicas e poemas e com isso pretendeu chegar à “verdadeira” cultura local. No entanto, em terras tropicais a discussão chegava manca, uma vez que era complicado encontrar a mesma idealização no trabalho manual. Se na Europa o camponês havia sido elevado à condição de representante da nacionalidade de países como Alemanha ou Itália, no Brasil o trabalho seria associado ao braço escravo, dificilmente valorizado e na maioria das vezes obliterado da representação oficial.
Demoraria muito para que a mestiçagem virasse “nacional” e entrasse nos estudos de folcloristas, e o movimento modernista de São Paulo seria fundamental no sentido de dar legitimidade “às coisas de nosso povo”. Foi no Departamento Municipal de Cultura de São Paulo que Mário de Andrade criou um curso de formação de folcloristas, o qual, ministrado por Dina Lévi-Strauss, tinha como objetivo orientar o trabalho de campo e a coleta de documentos. Uniam-se, pois, etnografia e folclore nesse processo que visava a dar estatuto de ciência ao que era apenas uma forma de pesquisar a realidade.
Um dos momentos fundamentais dessa batalha seria a criação, em 1936, da Sociedade de Etnografia e Folclore, que editou, pela primeira vez no País, um guia classificatório do folclore e ainda ajudou a criação de museus nessa área. Data de 1947 a fundação da Comissão Nacional do Folclore e, no ano seguinte, ocorria no Rio a 1ª Semana do Folclore, sob a liderança de Artur Ramos. Em 1949, o segundo encontro, realizado dessa vez em São Paulo. O movimento se alastrava e em 1951 seria no Rio o 1º Congresso Brasileiro de Folclore e, em 1937, o 2º Congresso Afro-Brasileiro.
O fato é que o livro de Edison Carneiro é de alguma maneira resultado dessa longa história. O folclore aparecia por aqui como sinônimo de tudo que era coletivo, tradicional, popular, espontâneo, autônomo e intocado pela urbanização crescente. Por isso, a sabedoria popular tem um tom de manifesto – e o tempo tende a tornar esse tipo de documento bastante datado – e defende o folclore como se fosse causa de vida ou morte. É fácil notar como Carneiro se filia a todos os nomes acima citados, elabora uma agenda e cronologia do folclore nacional, e procura fazer de seleção pessoal uma sucessão “natural” de sucessos e realizações.
Carneiro relaciona uma série de manifestações populares – como sambas, folguedos, bumba-meu-boi, os pássaros de Belém, a malhação do Judas, a capoeira e o batuque -, confere a elas uma certa perenidade, assim como alinhava datas com o objetivo de destacar a premência da elevação do folclore ao estatuto de ciência e a patrimônio imaterial da humanidade.
Hora de colocar tudo junto. Aí temos Edison Carneiro, um comunista assumido; ogã do terreiro tradicional da Casa Branca – o mais antigo terreiro de candomblé da cidade de Salvador -; e cultor do “campo folclórico” que no seu entender incluía não só trajes, comida, habitação, artes domésticas, jogos, crendices e representações, como sistemas de pensar e de sentir coletivos. Nas mãos desse pensador ativista, esses sistemas seriam, por definição, populares e distantes das classes dirigentes, e carregariam não só a “essência nacional”, como serviriam de “tribuna” ou “comício” para o povo. Popular era assim tudo o que “escapava ao erudito e ao oficial”, mas também – e após a “evolução social” – a expressão da “política do proletariado, herdeiro da cultura humana e do campo folclórico”. Estava dado o passe de mágica, e o folclorista Edison Carneiro fazia da cultura popular símbolo da manifestação da classe operária; sua revolução.
Para tanto, Carneiro coleta, classifica e, apesar de falar em processo, cristaliza e sedimenta o que seria popular. Fora do tempo e do espaço, a cultura assim reificada atravessaria o País de ponta a ponta, como um processo coletivo de criação imune a qualquer mudança histórica ou alteração mais contextual. Só dessa maneira o folclore poderia ser estudado, classificado e, sobretudo, “preservado”. E preservar implicava “proteger” e “intervir”. Por isso o incentivo à criação de comissões – como a Comissão Nacional do Folclore -, que deveriam distinguir verdadeiras de falsas culturas; populares de eruditas. Por isso, também, Carneiro elege a cultura negra como a mais legítima e vincula a ela os exemplos mais populares. No entanto, é difícil imaginar que algumas culturas permaneçam mortas, estáticas, ou simplesmente continuem descansando. Dinâmicas por definição, as culturas estão sempre em transformação e são como os rios: não se pode mergulhar duas vezes no mesmo lugar, pois as coisas estão sempre mudando.
A voga folclórica sentiu profundamente a chegada dos anos 1960 e a institucionalização de outras escolas de pensamento, que, com as universidades, passaram a entender a cultura de forma mais dinâmica, sem a perspectiva de “resgate”. E o livro de Edison Carneiro também se ressentiria com a chegada dessas novas perspectivas. Não se resgata o que insiste em se alterar, assim como não se preserva, simplesmente.
O folclore é mesmo um grande inventário que não deixa esquecer. Vale a pena, porém, ter certa cautela diante de documentos como esses, que revelam lógicas de alguma maneira superadas. Se lembrar é um ato dos mais saudáveis, sobretudo num país de memória curta, não é o caso de aprisionar culturas em nome de sua preservação. Edison Carneiro salvou-as de um determinado esquecimento, mas não pôde evitar que elas se alterassem e não se curvassem à lógica do tempo movediço. A história é mesmo um bardo malvado quando se trata de reter a mudança. Culturas são, por definição, avessas a definição.
Lilia Moritz Schwarcz é professora do Departamento de Antropologia da USP e autora, entre outros, de A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis
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Este Domingo dia 15 de junho, celebramos a Semana da Cidadania com muitas atrações e participações especiais com a presença dos projetos apoiados pela Associação Cultural Casa das Caldeiras e pelo Instituto de Responsabilidade Social do Grupo Société Générale Brasil.
Um Domingo para celebrar a diversidade e a capacidade que todos nós temos de superação, de projetar de forma positiva, criativa e solidária o futuro de tantas crianças e adultos!
Um Domingo pra lembrar que cidadania se constrói todos os dias!
Serão 5 horas de pura emoção!!!!
A Pílula de Cultura Feira Preta também estará presente trazendo seu projeto de valorização da Cultura Negra, contribuindo com atrações, expositores e oficina.
A Orquestra Guri abrirá este Domingo com 70 crianças do projeto!
O Grupo Arrasta Lata com seus instrumentos musicais malucos, feitos de lata velha entram logo depois.
A Reciclázaro estará presente também na área das crianças com uma oficina de reciclagem e arte. Como sempre liberamos também este espaço para os adultos com alma de criança. É sempre muito bacana criar flores e borboletas de garrafas pets usadas. O nosso lixo pode ser um luxo!
Os meninos e meninas dos Tambores dos Zézinhos também estarão presentes espalhando alegria!
O Grupo Umoja volta neste Domingo para nos sensibilizar ainda mais.
A Turma do Bombelela estará dando aula de Samba Rock no Salão dos Tanques.
E para finalizar o Grupo O Circo vai tocar e colocar a turma pra dançar o melhor do samba rock!!!
SOBRE OS PROJETOS PRESENTES:
PÍLULAS DE CULTURA FEIRA PRETA
A feira é dedicada a cultura afro-brasileira e tem como foco a conscientização e a valorização da cultura negra. Neste TODODOMINGO a Feira Preta organiza uma inusitada feira de trocas…não deixe de participar trazendo aquela peça de roupa que você não usa mais!
EXPOSITORES FEIRA PRETA: Criolo Brasil, Gisele Balbino, Nega Fulo, Pegada Preta entre outros.
ORQUESTRA GURI
O Projeto Guri tem como objetivo desenvolver as habilidades e potencialidades de crianças e adolescentes de áreas culturalmente carentes através da música, reconhecendo esta arte como agente de fortalecimento na construção da cidadania. O projeto teve início na Oficina Cultural Amácio Mazzaropi com a participação de 180 crianças. Hoje são 335 pólos do Projeto Guri implantados em todo o estado e 47 unidades em parceria com a Fundação Casa (antiga Febem), beneficiando 51 mil crianças e adolescentes com idade entre 8 e 18 anos.
ARRASTA LATA
O grupo Arrasta-Lata usa a música para conscientizar os seus espectadores sobre a problemática da poluição. O grupo é formado por 40 crianças e adolescentes que desenvolvem diversas ações dentro da organização, além de realizar apresentações externas. Estas crianças têm aulas de percussão, dança e confecção de instrumentos, além de reforço escolar, informática, educação ambiental e atividades culturais. O objetivo do programa é levar o tema meio ambiente de uma forma lúdica, sem esquecer de dar uma formação intelectual e cultural aos integrantes do grupo.
TAMBORES DO ZEZINHOA Casa do Zezinho é uma entidade não governamental sem fins lucrativos. Fundada em 06 de março de 1994, para ser um espaço de atuação para crianças e jovens de baixa renda, começou com 12 Zezinhos e atende atualmente mais de 1000 crianças e jovens. O projeto possui sede própria com área construída de 2900 m2 , dividida em espaços de aprendizagem, oficinas e ateliês de arte, quadras poliesportivas, piscina, refeitório, padaria, cabeleireiro, auditório, ambulatório médico, consultório dentário e horta.
GRUPO UMOJA
Conhecido pela sua pesquisa de ritmos afros como maracatu, samba de côco, samba de roda, afoxé e leitura de mitos de Orixás apresentam show de dança e percussão.
GRUPO O CIRCO
Encerramento da parte musical com o grupo O Circo: 4 músicos talentosos que prometem colocar a galera pra dançar o melhor do samba rock.
GOL DE LETRA
A Fundação Gol de Letra é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos instituída pelos tetracampeões mundiais de futebol Raí e Leonardo e que é reconhecida pela UNESCO como modelo mundial no apoio às crianças em situação de vulnerabilidade social.
ARTESANATO SOLIDÁRIO/ ARTE SOL
ONG que acompanha senhoras vivendo em bairros carentes. Estruturando toda a parte de marketing e de sustentação do trabalho das mulheres. Projeto que visa a geração de trabalho e renda através da revitalização do artesanato de tradição e que permite ser mais um canal de acesso dos artesãos ao mercado consumidor.
RECICLÁZAROMissão de reintegrar na sociedade, dependentes de drogas e pessoas em situação de risco social, restabelecendo seus papéis como cidadãos por meio de ações sociais, educativas, ambientais e assistência à saúde, promovendo a sustentabilidade e visando a retomada de seus vínculos familiares. A Reciclázaro viabiliza ações de ecologia humana e ambientais. Os membros do projeto transformam lixo em objetos de decoração e utilitários.
ARTEMISIA
Missão de investir no desenvolvimento de jovens empreendedores e apoiá-los na implementação de iniciativas que gerem renda e tenham um impacto social positivo.
BOMBELELA AULA DE SAMBA ROCK
Aula com a turma do Bombelela: Instituição de dança, que tem como missão contribuir para melhoria da qualidade de vida de crianças, jovens, adultos e pessoas com deficiências, por intermédio da dança, promovendo saúde, bem-estar social entretenimento artístico e geração de renda. Dentro de um ambiente que valoriza o ser humano em sua ampla diversidade de características.
COLETA DE OBJETOS RECICLÁVEIS
OFICINA DE TECIDO COM JORGE
ESPAÇO CRIATIVO INFANTIL
MONITORIA SOBRE O PATRIMÔNIO & EXPOSIÇÃO MULTIMIDIA SOBRE O EDIFICIO CASA DAS CALDEIRAS
DA CARLA CAFÉ e Caldinho de Feijão da Preta
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No dia 22 de setembro de 2006 o Planetário Aristóteles Orsini voltou a funcionar. Foram sete anos, mas a espera valeu a pena. Ele volta com equipamentos modernos, de última geração. O projetor StarMaster, de fabricação da empresa alemã Carl Zeiss, substituiu o antigo Universarium III, e juntamente com 44 projetores periféricos e outros equipamentos, é capaz de projetar o céu visto de qualquer ponto do sistema solar. Por usar um moderno sistema de projeção (fibra óptica), todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.
O Planetário Aristóteles Orsini foi o primeiro a ser instalado na América Latina, em 26 de janeiro de 1957. O prédio, de autoria dos arquitetos Eduardo Corona, Roberto G. Tibau e Antônio Carlos Pitombo, é inspirado na arquitetura dos anos 50, e é tombado pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat). Antes de fechar as portas, em 1999, o Planetário recebia anualmente mais de 350 mil visitantes – na sua maioria estudantes – e quase 4 milhões de pessoas já haviam assistido às projeções. O prédio foi interditado por apresentar problemas em sua infra-estrutura, causados por infiltrações e infestação de cupins.
Um restauro completo deixou o prédio novo em folha, pronto para receber o projetor StarMaster. A novidade é um elevador panorâmico que possibilita o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais ao mezanino, localizado em pavimento superior à sala de projeção. Além disso, o processo de recuperação do prédio deixou aparente um revestimento de madeira trabalhado que envolve a cúpula de concreto, que antes ficava escondido por um forro.
Número de lugares: 280 lugares, sendo 7 para cadeirantesTem elevador para o mezanino e rampa de acesso
O Umoja se apresenta no dia 21/06/08, fazendo o sarau astronômico, trazendo a alegria do maracatu, do coco, da ciranda e de outras surpresas mais !
FIQUE LIGADO !
O espaço interno do planetário comporta até 300 pessoas . A apresentação será à partir das 20:00 hs .O ideal é chegar com uma hora de antecedência para garantir o seu lugar .
Até lá…
Realização : Planetários e Umoja










